segunda-feira, agosto 14, 2017

LIVRO | SERIAL KILLERS, DOCUMENTO VERDADE

Mais um livrinho que encontrei perdido nos estandes da Feira do Livro e que decidi juntá-lo à minha coleção de histórias sobre assassinos em série. Para ser bem sincera, a maioria dos casos descritos nesse livro eu já tinha ouvido falar mesmo que superficialmente. Mas sabe quando você não enjoa de um determinado tema? É basicamente isso. 
Não me perguntem o motivo, mas gosto muito desse tipo de histórias. Não consigo imaginar porque uma pessoa tira a vida de outra e acredito que nada justifique, mas a maioria desses serial killers passaram por tanta coisa durante toda a vida, que uma pessoa normal talvez não conseguiria superar nunca. Acho que quando a pessoa tem que ser, ela simplesmente nasce com esses instintos e matar é algo natura, tanto é que vários assassinos já disseram que se fossem soltos voltariam a matar.
Sinopse: Entender o que passa na mente de um assassino em série não é nada simples. Teriam eles doenças mentais ou são apenas pessoas carregadas de maldade? Em Serial Killers, selecionamos relatos de dez dos piores assassinos em série da história do mundo. Serão contados caso a caso, desde as suas vidas até os crimes bárbaros - que marcaram para sempre a história da sociedade na qual ocorreram. Neste livro, você irá encontrar casos como os de Andrei Chikatilo – serial killer russo, mundialmente conhecido como “O Açougueiro de Rostov” – o comunista que comia crianças e assassinou mais de 50 vítimas. Conheceremos também a história de Ted Bundy, que serviu inspiração para o filme “O Silêncio dos Inocentes”. Além disso, vamos descobrir todos os crimes cometidos por Aileen Wuornos, que é considerada uma das primeiras mulheres a se tornar serial killer nos EUA. E, não podíamos deixar de fora, os relatos dos crimes do serial killer brasileiro Francisco de Assis, mais conhecido como o “Maníaco do Parque”. 

Lembro como se fosse ontem quando disseram que em São Paulo tinha um maníaco sequestrando e matando mulheres. Eu era muito novinha, mas fiquei chocada em saber que depois de preso ele recebeu várias cartas de mulheres apaixonadas por ele. Não conseguia entender a mente dele e muito menos a delas.
Outro caso que é contado no livro é o da Aileen Wuorns. Pode ser que esse nome seja estranho para você, então vou explicar. Ela recebeu pena de morte depois de se matar seis homens. Foi uma das primeiras mulheres na história dos Estados Unidos a se tornar uma serial killer. Na Netflix tem dois documentários sobre ela e sugiro também que vocês assistam o filme Monster, com a Charlyze Theron, um filmaço! A história dela é bem triste, é mais ou menos "o sistema a obrigou a fazer a isso".

São várias histórias assustadoras e acho que vale muito a pena a leitura, ainda mais se você, assim como eu, é muito fã desse tipo de livro. Paguei dez reais, mas você encontra ele para comprar online, é só acessar o site da Discovery Publicações.

quinta-feira, agosto 10, 2017

PROJETO DAY BY DAY: O MELHOR DE MIM

Fazia tempo que eu não participava de nenhum projeto com blogueiras amigas. E olha que não é por falta de vontade não, é porque normalmente eu prefiro não me comprometer com datas, já que sou uma pessoa extremamente desorganizada com prazos. Mas aí, a maravilhosa Cintia deu ideia da gente fazer alguma coisa com as outras meninas do grupo mais legal do telegram, sendo assim, cá estou para falar um pouco sobre mim e o que vejo de melhor na minha pessoa.

Agora estou com 28 anos, mas somente até sexta-feira, dia 11 às 23:59. Sou fornada em Letras, entrei na faculdade lá em 2007, graças a uma bolsa só Prouni, quando tudo ainda era mato e o processo seletivo totalmente diferente. Por um pouquinho eu não precisei da minha mãe para fazer minha matricula, já que eu ainda não tinha 18 anos. Inicialmente escolhi o curso porque não havia nada de cálculo, depois eu simplesmente me tornei a pessoa mais apaixonada pelo curso que você vai conhecer. 

Também sou da época em que a internet era só mato e o My Space nem era uma plataforma de música, mas sim para blogar. Lembra daqueles GIFs cheios de glitter? Meu primeiro blog era basicamente feito disso. Logo depois conheci o flogão, que por mais que eu tente apagar insiste em permanecer no ar. Foi aí que começou minha paixão por fotografia e internet. Escrever? Eu já amava desde os primórdios do "meu querido diário".

Minha primeira câmera digital foi uma que mais parecia um chaveiro ou caixa de fósforo, como diziam as amigas na escola. Rendeu muitas lembranças maravilhosas. Depois disso eu fui trocando de câmera até chegar na T3 que até hoje está aqui e foi minha última câmera. Há alguns anos, minha vida super rotineira deu uma reviravolta e por isso, eu parei nela.

Eu trabalhava em uma empresa muito legal. O chefe era chato, porque brincava demais - e hoje eu sinto muita falta disso. Fiquei lá por dois anos. Quando saí, resolvi usar minhas habilidades fotográficas para ganhar uma grana e deu muito certo, mas eu ainda precisava trabalhar fora, já que normalmente "fotógrafos não trabalham" e como ainda moro com meus pais, é bem complicado ser freelancer. Durante muitos anos tudo o que eu fiz foi estudar para concurso e sempre foi um sonho, porque Brasília é a capital dos concursos. Fui trabalhar em um fast food, levei uma queda, fraturei o osso do ombro e descobri o que é comer o pão que o diabo amassou. Sobrevivi. Com dores infinitas mas sobrevivi.

Desde início do ano venho me dedicando ao meu casamento que está mais perto do que longe. Estou com o Rodrigo há oito anos e sempre adiamos essa história, mas chegou a um ponto em que precisamos do nosso cantinho e da nossa vida. Compramos várias coisas legais que são nossa cara e estamos com uma única pendência para nos mudar. Era para ter acontecido dia 26 de junho, mas tudo tem seu tempo, então ainda não aconteceu. Atualmente meu quarto é um depósito de coisas de casa e o do Rodrigo, de móveis e eletrodomésticos. Temos ainda dois gatos que estão na casa atual dele e outros dois que vamos adotar depois da mudança.

Há uma semana eu pedi demissão, mesmo não podendo, visto o casamento super próximo, porém teve que ser. Tenho mais livros do que eu consigo ler e sou uma consumista em recuperação. Assisto várias séries ao mesmo tempo, bem como desenhos e animes, alguns vi apenas o primeiro episódio, mas está valendo. Pretendo dar aulas de português e inglês e trabalhar com revisão de textos. Estou me aprimorando nisso de criar conteúdo para a internet, porque mesmo fazendo isso há anos, sinto que ainda tenho muito o que aprender.

Venho repensando meus hábitos e pretendo mudar, pelo menos 70% deles. Sou uma tia coruja, que se estressa com todos eles, mas que tem amor de sobra. Faço tratamento para ansiedade, já tive surtos de depressão e já quis morrer várias vezes, mas estou em processo e cada vez menos eu penso nisso. Procuro extrair o melhor da minha vida e tento entender que não posso controlar tudo ao meu redor. Além de tudo isso, sei que sou uma pessoa muito legal e que dá risada até do vento, sei que ainda tenho tempo para ser feliz e é por isso que estou aqui. 

Mesmo longe, sei que tenho um grupo de pessoas maravilhosas que sempre vão me ouvir quando eu precisar e até comemoram minhas conquistas junto comigo via Telegram, preciso dizer que sou muito agradecida por tê-las na minha vida?
São elas:

Karine // Claudia // Clara // Cintia // Katarina // Jaque // Stéfhanie

quarta-feira, agosto 09, 2017

UM DIA, DECIDI MUDAR

Do dia para a noite, muitas coisas mudam na sua vida. Aquele seu emprego recém ~finalmente conseguido já era, os planos de mudança precisam ser adiados e você está cansado de tudo ao redor. Ou melhor, de grande parte das coisas ao seu redor. Os últimos quatro dias estão mais ou menos assim para mim. Sei que comecei o texto um tanto dramática, mas é assim que as coisas estão.

Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, eu simplesmente não podia adiar a decisão que já tinha tomado há alguns meses: cortar o cabelo. Você pode estar pensando: 'ah, mas é só um corte de cabelo', mas para mim é mais do que isso. Já tive o cabelo curto e bem grande e faz uns cinco anos que não corto assim. Eu não aguentava mais demorar horas lavando o cabelo e acabava fazendo isso apenas duas vezes na semana, isso quando não estendia por um tempo maior. Não aguentava mais dormir e o acordar com a sensação de que estou morrendo, sendo que na verdade era só o cabelo enrolado no meu pescoço.

Decidi que não iria me apegar a isso, já que cabelo cresce. Além disso, eu já tinha feito a tentativa de usar ele colorido, se vocês bem lembram. Mas percebi que isso de ficar descolorindo, pintando, retocando não é pra mim. Tô cansada e com preguiça. Precisava de mais leveza. E foi assim que, primeiro optei por começar a técnica low poo, já que ele estava caindo aos montes e isso me dava um baita tristeza. Depois percebi que aquelas pontas não estavam bonitas, muito pelo contrário. Procurei uns cortes na internet e vinha adiando. Na segunda-feira - 31/07 - várias coisas aconteceram e foi aí que eu não aguentei mais.
Precisava me sentir mais bonita, diferente, cansei daquela aparência e daquele cabelo. Cortei. Fiz um long bob e, olha, estou apaixonada desde então. É como se tivessem me tirado um peso das costas. Ou melhor, da cabeça. Coisa boba? Sim, mas para mim é só o início de grandes mudanças.

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