quinta-feira, outubro 29, 2015

A DIFÍCIL MISSÃO DE ESTUDAR EM CASA

Desde o início do mês, eu decidi estudar mais seriamente e com um cronograma diário. Em casa. Vou fazer um mini resumo sobre como é o movimento na minha casa para vocês entenderem o motivo pelo qual é uma verdadeira missão. Todos os dias, pelo menos, mil pessoas passam pela minha casa, segundo informações da PM; dentre elas, crianças e mulheres que falam gritando. Como minha casa é pequena, meu quarto é bem sensível ao barulho, então parece que todo mundo passa no pelo quarto. 
Sempre foi assim, mas eu já estava acostumada a estudar em meio ao barulho, já que fazia isso constantemente dentro dos ônibus da vida, mas, não perguntem por quê, hoje é quase impossível me concentrar com o barulho. Todos os dias têm sido uma batalha, pois não posso mudar essa questão, por isso tento me adaptar com protetor auricular, fone de ouvido e/ou uma playlist de músicas clássicas que ajudem a relaxar e manter a concentração.
Além disso, ainda preciso lidar com as interrupções. Minha família é bem compreensiva com o fato de eu passar a maior parte do dia sem dar as caras. Porém sempre tem aquela ideia de que estou disponível 24 horas por dia, dessa forma, cada vez que saio para abastecer a garrafinha de água, preciso lutar para me livrar das conversas, favores e atualizações diárias. Mesmo quando evito sair do quarto, ainda assim não consigo fugir de ficar de olho na minha sobrinha de 6 anos de vez em quando. Minha mãe cuida dela e às vezes ela precisa resolver alguma coisa na rua e sobra pra mim. Mas tudo bem, ajudar minha mãe sempre será prioridade. 
Acho que essas coisas acontecem com qualquer pessoa que mora na casa dos pais e, assim como eu, está desempregada, dando a falsa impressão de disponibilidade total. Mas ainda existem alguns detalhes que são lutas diárias. 
Eu tenho sérios problemas em manter a concentração e confesso que manter a disciplina de estudos também é bastante complicado. Desde que saí da faculdade, tenho o hábito de estudar língua portuguesa ao menos três vezes na semana, nem que seja uma leitura rápida. E assim também é com alguns outras disciplinas, mas você precisa de um cronograma e precisa acostumar seu organismo. Nas primeiras semanas foi mais difícil e eu até falei aqui no blog sobre as dificuldades e o calor que estavam me atrapalhando. Agora que o clima esfriou está melhor e eu com isso percebi que estou rendendo muito mais. Não está sendo fácil, confesso, largar o celular e vez ou outra, entre uma video-aula e outra me distraio com a internet. O Facebook já não faz mais parte do meu dia-a-dia, é só quando dá mesmo, mas a internet é um enorme buraco negro sugador de atenção. 
Ademais está dando certo. Já consegui zerar algumas matérias, que agora são só revisões, e outras ainda me tiram o sono, mas só de pensar que pela primeira vez estou conseguindo estudar com antecedência me faz ver uma luz no fim do túnel para a minha situação atual. Aos poucos você consegue ver que vale a pena e é só questão de adaptação.

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sexta-feira, outubro 23, 2015

POSSO ATÉ SER CHATA...

Hoje, durante o banho, que aconteceu logo após a chegada de uma tropa de visitas indesejadas, fiquei refletindo sobre algumas coisas em relação ao meu jeito chato de ser. Não que eu seja realmente chata. Tá, eu sei que não sou lá a melhor pessoa. Confesso que já fui bem mais divertida e com o passar do tempo a minha paciência simplesmente foi ficando para trás. Mas tanta coisa aconteceu para que eu me tornasse assim e, de verdade, eu gostaria de ser mais paciente como nos tempos antigos e até me esforço para isso. O problema é que eu, constantemente, me faço uma série de perguntas sobre o ser humano e a única conclusão a que consigo chegar é: ME LEVA, DEUS!

Sério, as pessoas contribuem muito para que eu seja uma Dona Anésia. Te pergunto:
Eu precisaria ser essa pessoa chata se as pessoas falassem mais baixo:
Resposta: Não.
Eu precisaria ser esse ogro se as pessoas evitassem visitas às 6h da manhã, na hora do almoço e meia noite?
Resposta: Claro que não.
Eu precisaria ser esse ser monstruoso se os pais segurassem seus filhos e os impedissem de mexer nas coisas das casas alheias?
Resposta: Jamais.
Eu precisaria ser essa criatura horrenda se as pessoas falassem menos besteira, tais como "fulana é gorda/viado/preto/sapatão" e afins? 
Resposta: Não mesmo.
Eu precisaria mesmo ser uma pessoa horripilante que não sorri se as pessoas lavassem a droga do prato que sujou?
Resposta: HAHAHAHAHA
Seria mesmo necessário agir tão friamente caso as pessoas não se metessem em assuntos nos quais não foram convidadas a opinar?
Resposta: zzzZZZZzzzz
Haveria alguma necessidade fazer a tão famosa cara de bunda se as pessoas fossem conversar lá fora e não na sala durante o jornal/série/filme/qualquer coisa?
Resposta: Of course not!
Eu precisaria bancar o Agente K se as pessoas falassem sem ficar me pegando?
Resposta: Lógico que não!
Eu precisaria xingar mentalmente caso as pessoas falassem pouco e não me contassem suas vidas, seus problemas, seus heroísmos?
Resposta: Nops
Eu teria mesmo a necessidade de ser o Lula Molusco caso as pessoas limpassem o pé antes de pisar no chão que acabei de limpar?
Resposta: Nooooops!
Você acha que eu seria esse monstro do pântano se as crianças fossem ensinadas o quanto é feio gritar e dar birra?
Resposta: Nããããão!
Se não existissem visitas, eu precisaria mesmo ser o Shrek?
Resposta: Todas as anteriores.

Então eu realmente posso ser um saco de pessoa, mas os seres humanos conseguem ser tão enjoados quanto eu. Claro que as pessoas por quem tenho carinho podem até me acordar no meio da madrugada para brigar comigo que eu não me importo. Hoje eu tenho pouquíssimos amigos e pouquíssimas pessoas que eu realmente gosto e faço questão que estejam perto de mim, essas pessoas sabem que são queridas e que podem contar comigo até em Plutão.

Sendo tolerância zero como sou, peço que você reflita um pouco sobre como você é em relação aos outros. Não acho que senso de humor tenha a ver com falta de paciência, até porque eu sou muito boba quando o assunto é rir de besteiras. Mas, gente, de verdade, não sejam idiotas. Não sejam chatas e não chamem os outros de chatos. E saiba que mesmo sendo um porre, tem quem goste de mim, ou seja, não sou 100% horripilante =D

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E A SEMANA, HEIN?

Que semana foi essa? Foi difícil, mas sobrevivi ao calor e hoje, finalmente, a temperatura caiu e uma chuvinha deu as caras por aqui. Mas não estou com grandes expectativas, já que provavelmente amanhã estará um calor de lascar mais uma vez.
Prometi que não sumiria por causa dos estudos, mas não deu para cumprir e já adianto que não é por causa dos estudos, não. Acontece que meu quarto não tem janela e como estava muito quente, até ligar o computador era um sacrifício que eu não estava disposta a fazer. E para ser bem honesta, não estive disposta a NENHUM sacrifício essa semana, por esse motivo meu cabelo, minhas unhas e minha pele estão monstruosos. Além do meu quarto, minha mesa e meu guarda-roupas. 
Morar em Brasília e ter o clima que temos aqui é uma verdadeira caixinha de surpresas. Os jornais locais, e até mesmo alguns nacionais, disseram que outubro foi o mês mais quente da história do DF. Estou acostumada com as chuvas nesse período do ano e dessa vez eu sofri demais, mas, vamos torcer para que o inferno não volte tão cedo.
Faz tempo que não saio para fotografar e não estou muito feliz com isso. É muito chato quando você ama fotografia e faz aquela busca no seu computador para encontrar uma foto legal e não acha absolutamente nada. Mas também culpo o calor por isso. Fiz as fotos de uma gravidinha há alguns dias e foi bem tenso. Fomos ao local preferido de todo mundo no DF - menos meu. Pontão no Lago Sul e ganhei uma super marca de blusa, além disso as fotos não ficaram das minhas preferidas. Mas a cliente gostou e eu gostei de algumas também.
Não que para mim faça alguma diferença, mas hoje é sexta-feira. Está frio e eu vou aproveitar para colocar algumas coisas em ordem, pois o final de semana vai ser corrido.

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segunda-feira, outubro 19, 2015

BABY CATS

Há um mês, a Chicorita teve filhotes de novo. Essa já é a quarta vez e, por mais fofos que sejam os gatinhos, não acho legal. Alguns dias depois, dia 7 de outubro, a Michone teve também, primeira vez. Estamos com onze bebês no total, mas como nem tudo é perfeito tivemos alguns problemas no meio do caminho.
Não sabemos por qual motivo, a Michone teve uma infecção e acabou passando quatro dias internada. A única coisa boa é que fomos obrigados a castrá-la, mas acho que nunca senti tanta peninha de um gato como estou sentindo dela. Ela saiu na quarta-feira e já está muito bem. Acontece que como são onze gatinhos e duas mãezonas, os bebês revezam as tetinhas e, também não sabemos por qual motivo, a Michone está com duas feridas muito feias bem próximo das tetinhas. Resultado: ela quer ficar com os bebês, mas está sofrendo muito, porque com certeza a dor é muito grande. A mãe do Rodrigo está providenciando pomadas e tudo, mas até cicatrizar acho que vai demorar. Ela fica sempre ali por perto deles, mas não deixa eles mamando por muito tempo.
Fora todos esses perrengues, estamos todos muito apaixonados pelos gatinhos. É muito triste saber que não  podemos ficar com tudo e até já pensei em fazer campanha para arrecadar fundos e castrar todo mundo, mas "popular" do jeito que sou, não vai dar certo e mesmo assim, são ONZE gatos. Os bebês são muito fofinhos e cada dia tem uma novidade. Os mais velhos já andam pela casa toda se deixar, e escalam nossa perna.
Como a Michone ficou internada foi preciso dar leite na seringa para complementar a alimentação, já que a Chicorita não conseguiria manter todo mundo. Agora, mesmo com as duas mamães lá, ainda damos na seringa. Ontem eu tentei deixar eles tomarem o leite em um pratinho, mas não deu certo, já que eles ainda não fazem ideia do que aquele prato representa. Entraram no prato, enfiaram a cara no leite, se engasgaram... enfim, não deu ainda. É uma fofura! Para ter certeza disso, basta olhar cada foto desse post.

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terça-feira, outubro 13, 2015

LEIA UM CONTO | A TOCA DAS FADAS - CLARA MADRIGANO

Sou daquelas que se assusta quando ouve alguém dizer que não gosta de ler livros, pois fica com preguiça. Realmente não consigo acreditar/entender, mas o mais estranho era quando eu estava na faculdade. DE LETRAS, MINHA GENTE!! Pessoas achavam ruim quando professores pediam a leitura de clássicos, sendo que não tem como você ensinar Literatura para alguém sem conhecer os nossos escritores. Enfim, depois de formada, passei a trabalhar com adolescentes, aí você até que entende. E insiste um pouco.

No entanto, se você é daqueles que realmente não curte uma leitura nas horas vagas ou mesmo não tem tempo para ler, o que é muito comum, eu tenho a solução: contos. Para quem não sabe, um conto é uma narrativa breve e concisa, contendo um só conflito, uma única ação (com espaço ger. limitado a um ambiente), unidade de tempo, e número restrito de personagens (Wikipedia). Por ser curto, não toma muito o seu tempo, você se diverte e pode ler em qualquer lugar.

A Editora Draco possui vários contos no formato digital disponíveis gratuitamente para download e, curiosa do jeito que sou, no instante em que soube dessa maravilha, tratei de baixar todos os que estavam lá, pois como tenho um pouco de insônia, eu apago a luz e leio ali mesmo, no celular ou iPad, e deitadinha na minha cama até o sono chegar. O conto que trago hoje se chama A toca das fadas, de Clara Madrigano.

A história é classificada como terror e fala sobre Jack e seu irmão, que encontram a toca das fadas, mas logo percebem que elas não são simpáticas como se imagina. Eles insistem em chamar a atenção delas até que um dia, ao que parece, um ataque das fadas a Jack o fez querer se vingar delas. Elas vão atrás do Jack e a partir dai ninguém mais tem notícias dele. A única coisa que sobrou foi um tênis com as marcas de mordidas. O conto não para ai. Acontecem muitas coisas entre um parágrafo e outro.

O conto é bem interessante e dá um medinho. O lado ruim desse tipo de literatura é que você torce para que continue, mas você tem que dar uma sequência apenas na sua imaginação. Fico pensando, será que se elas, as fadas existissem de verdade seriam doces e amigas como a Sininho? Ou elas seriam criaturas demoníacas e horrendas? O que você acha?


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sexta-feira, outubro 09, 2015

UM FILME, UMA SÉRIE E UMA MÚSICA

Não estou em um momento daqueles de ler todos os livros disponíveis, mas uma das coisas boas de se planejar é que você consegue fazer bem mais coisas do que quando só improvisa. No meu caso, consigo ser as 15 Milcas diferentes que existem aqui dentro e satisfazer as vontades de cada uma delas. Como eu disse segunda-feira, nesse post, intensifiquei meus estudos e agora eles são prioridade, o que, claro, não me impede de fazer algumas coisas por enquanto. 
Algumas semanas atrás, assisti Que horas ela volta? Um filme que me surpreendeu de todas as formas. Para quem está acostumado com Regina Casé no Esquenta vai ficar surpreso com a atuação dela. Não lembro de nenhum outro filme com ela e talvez esse seja um dos motivos pelos quais achei o filme incrível, já que ela ficou incrível. O filme é dirigido por Anna Muylaert e conta sobre Val, uma empregada que, depois de passar maus momentos nas mãos do ex-marido, deixou sua filha em Pernambuco e foi trabalhar em São Paulo. Já grande, sua filha decide estudar em São Paulo e a família para quem Val trabalha a recebe muito alegremente. No entanto, ao deixar de seguir certas regras de "empregados" a situação muda e a garota já não é bem vinda. Vale muito a pena assistir, pois retrata muito bem a diferença de classes sociais, sabe, aquela coisa de "sorvete do patrão" e "sorvete do empregado". Além disso, a proximidade entre Fabinho, o filho da patroa com a Val mostra um pouco como é a criação da maioria das crianças ricas. Longe dos pais. Sem contar que é um apa na cara de quem acha que o filho da empregada não consegue entrar em uma universidade pública. Um filme realmente muito bom.
Mudando de assunto, assisti ao primeiro episódio de Scream Queens. Quando acabar a primeira temporada, venho falar mais sobre ela, mas a princípio posso dizer que "é a melhor coisa ruim que já vi na vida" - palavras sábias de alguém na internet sobre a série, não lembro quem disse. Imagine uma série como Scream, só que na zueira. É muito zueira. Achei o máximo a ideia, sem falar que eu adoro as atrizes Jamie Lee Curtis e Emma Roberts e tem a Ariana Grande, gente! Ri horrores, porque até então eu não sabia quem ela era. Ah, e tem Nick Jonas   
E para encerrar o post, deixo para vocês a música que não sai da minha cabeça há dias e está no repeat do iPod.


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segunda-feira, outubro 05, 2015

CALOR, LIVROS, ESTUDOS E CAMINHADAS...

Inicio esse post dizendo que não aguento mais tanto calor em Brasília. Está demais! Chega! Preciso de frio e chuva. Hoje até que ameaçou, mas o calor está de matar e muito abafado, quero apenas chorar. O que mais irrita é que não há o que fazer além de aceitar. E o ventilador? Parece que sai fogo. Enfim, mesmo com todo esse calor, a semana começou com algumas mudanças.

Como eu falei outras vezes, agora sou colaboradora no blog Pensamentos Valem Ouro e estou fazendo resenha de livros e provavelmente darei dicas de filmes e séries em breve e vocês já podem ver as duas primeiras resenhas que fiz. São livros da série Hush, Hush. O primeiro é Sussurro e o segundo, Crescendo e se você curte histórias de anjos, corre lá. Ainda no Pensamentos Valem Ouro, estou participando do Book Tour - Sem te conhecer. O livro é da Lya Gallavote, escritora brasileira que já fisgou meu coração.
Mudando de assunto, a gatinha do meu noivo teve filhotes mais uma vez. Pois é, ela não é castrada e dessa vez, não sei por qual motivo, os gatinhos estão com dificuldades para mamar e minha sogra precisa dar leite para eles com uma seringa. Eles são super agitados e eu morro de rir. Além disso, família agora conta com um novo membro. É uma cachorrinha, a Lilica. Ela é engraçada e, por ter apenas sete meses de idade, é uma verdadeira espoleta.
Agora vamos falar das mudanças que começaram hoje. Acordei por volta de 6h30 da manhã com um cronograma de estudos prontinho, que eu já tinha feito semana passada. Eu sempre fui muito de estudar. Dava vontade de estudar determinado assunto, ia lá, pegava o livro e estudava. Às vezes me achava um E.T., já que ninguém, eu acho, nessa vida, pega transitividade verbal para estudar às 23h só porque está sem sono. A questão é que eu preciso passar em um concurso público e como eles estão cada vez mais escassos, preciso me dedicar muito mais e não dá para estudar de qualquer jeito. Por isso estabeleci uma rotina de estudos e nas próximas semanas, minha vida já está toda programada e torço para que nenhuma eventualidade mude o curso das coisas, senão eu terei um colapso.
Também estou fazendo caminhadas, mas dessa vez é de verdade. Como eu simplesmente detesto academia, vou comprar alguns equipamentos para me exercitar em casa mesmo e, assim, complementar as caminhadas. Vejam bem, não estou de dieta, só preciso me exercitar, visto que a prática de exercícios físicos é fundamental para quem estuda. Dizem por aí. 
Ah, essa última foto é como minha mesa está agora, super arrumada e com tudo o que preciso para estudar em mão e essas estrelinhas são do app Lumié, que, por incrível que pareça, ganhei um promocode em um sorteio do blog Memorialices, pasmem!
Não vou abandonar o blog, pois consigo administrar tudo muito bem, então este não é um post de despedida, muito menos para justificar alguma coisa, tudo continuará normal, certo?

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sexta-feira, outubro 02, 2015

SÉRIE | FEAR THE WALKING DEAD

Quem lembra da minha ansiedade para ver Fear The Walking Dead? A série estreou e eu fui correndo saber de qual era, já que a palavra ansiedade me define. Como vocês sabem, eu amo zumbis, acho o máximo e por mais que a história seja ruim eu gosto de conhecer. Se você já assistiu The Walking Dead, existem duas possibilidades: você ama ou você odeia e é exatamente a mesma coisa com FTWD, que no meu caso, amo e odeio.
Lá no início, quando estreou TWD, o Sr. Kirkman disse que não mostraria na série como tudo começou, pois já existiam muitas outras histórias que mostravam o que causou o apocalipse zumbi. Para ele seria perda de tempo. Ok. Algum tempo depois, ele nos presenteou com a série de livros sobre a Ascensão do Governador e em dados momentos é mostrado uma coisa ou outra sobre o início.
Bom, em FTWD mostra exatamente o início de tudo e o começo do caos, porém eu imaginei que o foco seria um laboratório e agentes do governo fazendo experimentos e de repente BUM!! Mas não é bem assim. As pessoas ficam sabendo umas pelas outras, embora ninguém saiba ao certo o que está acontecendo, e realmente não tem nada de governo. Aliás, estou achando tudo rápido demais.
São seis episódios, assim como a primeira temporada de The Walking Dead, que eu gostei, mas criei muitas expectativas. Confesso que até agora não li sobre quantas temporadas a série terá e acredito que tudo será muito melhor explicado em breve, entretanto tenho meus medinhos sabe. Eu gosto muito da franquia, mas acho que eles enchem muita linguiça. Estou torcendo muito para que as próximas temporadas sejam mais detalhistas sobre a criação do vírus e como ele se espalhou.
Quanto aos personagens, bom, só tem um que tem me irritado muito: Nicholas Clark. Que garoto irritante. Dependente químico, cheio de problemas e permite que sua mãe corra riscos apenas para conseguir seus remédios. Fora ele, gosto dos demais.
Mesmo que não tenha sido exatamente como eu pensava, tenho grandes expectativas - mas com o pé atrás - para a série. Tudo ainda está focado nas famílias e as relações complexas que existem nelas, por isso acho que o clima ainda está muito dramático e pouquíssima ação. Torço para que isso mude e passem a focar no que eu já disse antes. O último episódio vai ao ar domingo, 04/10 e talvez eu reclame muito no Twitter, por isso me acompanhe por la @milcaabreu.

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quinta-feira, outubro 01, 2015

DESAFIO FOTOGRÁFICO BLOGUEIROS GEEKS

Eu tenho uma amiga linda, que se chama Cintia, e um belo dia ela me convidou para participar de um grupo lindo no Facebook chamado Blogueiros Geeks. Nesse grupo, muitas coisas legais acontecem, entre elas o desafio fotográfico do mês. Mês passado eu não participei, porque já peguei o bonde andando, mas desde então já havia decidido que participaria esse mês. O desafio começou hoje e é pelo Instagram, cada dia com um tema. O de hoje aborda um assunto importantíssimo que é o Outubro Rosa
Convido a todos que ainda não me seguem no Instagram (@milcaabreu) a virem acompanhar esse projeto maravilhoso. Olhem os temas, são ou não são demais? Vou tentar ao máximo seguir direitinho, já que faço vários nada durante o dia todo e a minha primeira fotos já foi.
Temos ainda, a hashtag #blogueirosgeeks, no qual você poderá acompanhar as publicações de todos que estão participando. Se você também curte o mundo nerd/geek, sem dúvida vai amar cada fotinha postada por lá.

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1 ANO DE BLOG E... SOBREVIVEMOS!!

Ontem o blog fez um ano e olha só quem esqueceu de fazer um post?  Pois é, esqueci mesmo. Há um ano quando criei o The Winter is Now minha intenção era apenas colocar minhas fotos e algumas coisas a mais que eu gostasse, como séries, livros, filmes, mimimi, blá blá bla e foi assim no último ano. Eu estava em uma fase muito ruim, muito triste com a vida e morrendo de medo de cair numa depressão e usei o blog como meio de desabafar sem me importar com o que pensariam a meu respeito, até porque nunca foi minha intenção sair por aí divulgando meu espacinho.

De lá pra cá, muita coisa mudou e muita coisa continua a mesma. Preciso dizer que não estou mais com crises de tristeza e que através do blog fiz amizades muito legais e importantes para mim. Ainda me sinto um pouco perdida, como citei no primeiro post do blog, mas agora estou bem menos e a crise de idade continua, sorry. Venho estudando muito sobre fotografia, pois tenho muitos planos fotográficos para este blog. Ainda não tenho emprego fixo, mas já surgiram muitos clientes lindos que não me deixaram ficar quebrada o ano inteiro.

Apesar de já ter ficado com outros blogs no ar por mais de um ou dois anos, esse aqui é o que mais gostei de ter criado em todos esses anos e espero que ele cresça cada dia mais com ajuda de vocês que passam aqui quase todo dia. Obrigada a quem me apoiou para manter tudo aqui funcionando e que venham mais aniversários!

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